terça-feira, 1 de setembro de 2009

Entrevista da Senadora Marina Silva no programa do Jô.

Para quem não viu segue abaixo o link para abrir o vídeo.
Marina é exemplo para nós mulheres, nasceu no Seringal, foi empregada doméstica aprendeu a ler com 16 anos, se tornou deputada, senadora e ministra.
Vale a pena vê-la falar.

http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM1115677-7822-SENADORA+MARINA+SILVA+FALA+SOBRE+POLITICA,00.html

Os melhores outdoors do mundo!!!

Como tem gente criativa no mundo...

http://migre.me/6e8H

domingo, 30 de agosto de 2009

Você sabia que a UnB tem uma tv online? Vale a pena conferir a programação.

Bloco de texto

Programação UnBTV - 27/08/2009
BLOCO DE ZAPPINGS – 18:00hs
INÉDITOSBLOCO DE PROGRAMAS – 18:20hsDiálogos: Homofobia, vamos conversar?
BLOCO DE ZAPPINGS – 19:00hs
Lançamento livro: Dramaturgia musical de ÉsquiloCentenário Burle MarxBrasil campeão em agrotóxicosRedução na carga de trabalhoProgresso das mulheresPlanos Bresser e verãoBLOCO DE PROGRAMAS – 19:20hsTirando de Letra: Graça VelosoBLOCO DE ZAPPINGS – 20:00hs
Exposição: A linha e o sujeitoVida fora da terraHorta comunitáriaInauguração do novo IBRevista campus repórterConferência Nacional de ComunicaçãoFloraisBLOCO DE PROGRAMAS – 20:20hsExclusiva: Morin
BLOCO DE ZAPPINGS – 21:00hs
TrocaráTécnica Kyon pôEclipsesDiversidade ConunePIJ – Programa Infanto JuvenilBLOCO DE PROGRAMAS – 21:20hsVídeos Externos: Câmara Ligada - Trabalho

sábado, 29 de agosto de 2009

Como construir um projeto de auditoria de imagem na mídia

Wilson da Costa Bueno

Ninguém pode negar que os meios de comunicação têm um impacto considerável na formação da imagem e da reputação das organizações e mesmo das pessoas, sobretudo as figuras ditas públicas (ou celebridades).
Volta e meia nos deparamos com embates importantes (que acabam inclusive chegando aos tribunais) entre veículos e organizações que, por diversos motivos, se viram envolvidas em reportagens sobre suas crises ou escândalos. O mesmo vale para parlamentares, membros do executivo, empresários ou profissionais. A querela entre a família Sarney e o Estadão ou dos inúmeros veículos (especialmente a Globo) com a Igreja Universal são bons exemplos recentes desta luta encarniçada, sangrenta, até mortal e que já vitimou inclusive jornalistas em todo o mundo (o colega Lúcio Flávio no Pará conhece bem a truculência de alguns empresários, inclusive dos que detêm o controle da mídia regional).
Como há uma relação entre imagem/reputação das organizações e a divulgação pela mídia, não sobra para elas, particularmente para as empresas privadas, outra alternativa a não ser a construção de uma relação saudável com a imprensa , não dando sobretudo motivos para freqüentá-la de maneira desfavorável (como fez o Carrefour que, em pleno ano do Brasil - França, andou espancando um colega negro movido por uma discriminação abominável , recebendo por isso paulada merecida da imprensa e da opinião pública).
As agências, assessorias de Comunicação e mesmo as equipes internas de Comunicação Empresarial nas organizações têm, ao longo do tempo, se convencido de que é fundamental monitorar a divulgação pela imprensa, com o objetivo de identificar os pontos fortes ou vulneráveis de sua presença (e também a de seus concorrentes) e da sua imagem na mídia.
Até aí tudo normal, mas a necessidade não faz a competência e ainda assistimos, na maioria dos casos, a um indisfarçável amadorismo na elaboração e aplicação de projetos de auditoria de imagem das organizações na mídia.
Em primeiro lugar, não se consideram apropriadamente os conceitos (especialmente os de imagem ou reputação) , o que implica em equívocos formidáveis, como confundir a imagem da organização nos veículos com a própria imagem da organização junto aos seus públicos de interesse. Calma aí, vamos devagar com o andor, minh gente, porque nem sempre (em alguns casos quase nunca) o que um público específico pensa sobre uma organização também específica coincide com o que dela se divulga em um veículo ou no conjunto dos veículos como um todo.
A imagem de uma organização na mídia é apenas um componente da imagem das organizações, contribui para formá-la mas a perspectiva de cada público é absolutamente privada, particular. Se alguma organização quiser saber como ela é percebida por um público específico, tem que sondar este público, não pode imaginar o que ele pensa lendo a mídia. Se fosse assim, seria fácil ( o que talvez fosse o desejo de algumas agências ou profissionais desta área), mas o buraco é mais em cima. Se fosse assim, algumas organizações poderiam sair por aí soltando fogos, porque a grande imprensa muitas vezes as favorece (louquinha por anúncios), mas não é isso que acontece.
Em segundo lugar, os projetos de auditoria de imagem costumam ser confundidos com medida/análise extensiva, exaustiva de clipping, sem que alguns critérios sejam observados neste processo. Há colegas que, na prática, querem apenas juntar recortes de jornais ou revistas ou mesmo programas de rádio e TV ou citações na web (sejam eles relevantes ou não) , privilegiando a quantidade em detrimento da qualidade. No fundo, há uma confusão conceitual e um oportunismo equivocado no mercado porque muitas assessorias de imprensa desejam apenas convencer os seus clientes/patrões que houve uma grande divulgação e que sua remuneração ou salário estão por isso justificados. Não levam a conta a segmentação, o perfil da audiência e dos veículos, a relação entre os objetivos de divulgação da organização ( e sua missão, seus valores, temas e posições estratégicos etc) porque estão interessados apenas em "acumular papel". Os empresários ou chefias que aceitam este embuste informacional merecem ser enganados porque não têm qualquer perspectiva crítica e não sabem avaliar a relação entre divulgação e negócio. Engolem qualquer coisa, são tão amadores como as assessorias e as empresas de auditoria de imagem que andam contratando.
Finalmente, os projetos de auditoria de imagem têm um vício quase insanável em relação à metodologia. Os problemas neste caso vão desde o processo de captação das mensagens a serem analisadas (o processo de clipagem por aqui é falho, para não dizer precário na maioria dos casos, apesar de um número significativo de clipadoras) até equívocos formidáveis, injustificados, de comparar espaço editorial com tabela de publicidade, como se informação e propaganda tivessem o mesmo DNA. Há empresas de grande porte que ainda aceitam isso e agências/assessorias importantes que costumam justificá-las, certamente porque não têm conhecimento algum do universo da comunicação e do sistema de produção jornalístico. Ou são mal intencionadas e querem confundir os clientes ou patrões. Você , colega internauta, é quem pode dar o veredicto final.
Muitos projetos de auditoria de imagem na mídia se baseiam em softwares padronizados (tipo "compre esse software e faça você mesmo o trabalho de auditoria de imagem"), como se fosse possível usar os mesmos parâmetros ou categorias para avaliar ações e estratégias de relacionamento com a mídia de organizações distintas. Imaginam aqueles que os conceberam que é possível utilizar a mesma estrutura de análise para avaliar a imagem da TAM, da Telefonica, da Petrobras ou da Embrapa, como se organizações diferentes não tivessem propostas de relacionamento com a mídia bastante particulares, dependentes de sua área de atuação, de sua cultura organizacional e mesmo de seus objetivos em relação à inserção na mídia.
Todo projeto de auditoria de imagem na mídia é singular, ou seja tem que estar sintonizado com a organização , de tal modo que não é a consultoria ou a agência sozinha que o concebe porque ele deve ser feito em parceria com o cliente e só funciona desta forma.
Além disso, é triste perceber que as organizações, sobretudo as empresas que atuam em um mercado competitivo, continuem fazendo auditorias de imagem individuais (que apenas as contemplem), sem levar em conta que, para serem instrumentos efetivos de inteligência em comunicação, precisam levar em conta os concorrentes. Mas você sabe por que elas fazem isso? Porque há gerentes, executivos de comunicação que temem descobrir que os seus concorrentes têm mais poder de fogo na mídia do que os da sua empresa e, com isso, se sentem ameaçados, podem perder o emprego. Em vez do diálogo interno com as direções para alterar a situação de desvantagem preferem fazer como o avestruz: enfiam a cabeça na areia. São estrategicamente covardes ou incompetentes.
A auditoria de imagem na mídia não pode ser vista como um mero registro de presença na mídia, mas como um instrumento sistemático, vigoroso de análise, que precisa ser repetido periodicamente (a periodicidade mensal é ideal para organizações com razoável esforço de divulgação) para que , observadas as lacunas ou os equívocos, elas possam intervir a tempo. Em momentos de crise, este monitoramento tem que ser diário ou permanente, fruto da aceleração do processo de divulgação pela web (os blogueiros e twitteiros não param um minuto para desespero das organizações). Se não for assim, a auditoria de imagem não cumpre sua função que é estratégica, não é tática ou operacional.
E aí fica mais um desafio a ser contemplado: auditar a imagem das organizações nas redes sociais, o que tem sido feito, infelizmente, mais por motivos de contrainformação e até de constrangimento à liberdade de expressão do que por autêntico exercício de inteligência em comunicação.
Felizmente, os amadores serão superados gradativamente, sobretudo à medida que empresários, chefias ou clientes começarem a perceber que montão de recortes ou releases não significa competência em relacionamento com a mídia e exigirem maior profissionalismo. Um dia, as chefias e clientes vão perceber que espaço editorial e comercial não são a mesma coisa, ainda que veículos não éticos insistam em tratá-los da mesma forma para aumentar os seus lucros, ao mesmo tempo que confessam a sua incompetência em produzir informação qualificada.
O amadorismo em Comunicação Empresarial está com os dias contados. Mais cedo ou mais tarde o mercado se dará conta dessa realidade. Enquanto isso, todos nós continuaremos recebendo releases sem foco, assistindo, estupefatos, à confusão entre informação e propaganda e vendo chefias ignorarem a auditoria de imagem como instrumento de inteligência em comunicação com receio de perderem os seus empregos.
A Comunicação Empresarial continua estratégica apenas no discurso. Na prática, temos ainda um imenso caminho a percorrer. Será melhor acelerarmos o passo. O mundo está girando cada vez mais rápido.
Em tempo 1: o Speedy voltou a ser vendido depois de meses fora do ar. A imagem da Telefonica ficou em frangalhos e desmoronará se outro apagão acontecer. Talvez a melhor recomendação seria consertar os que ainda não funcionam antes de vender novos;
Em tempo 2: a Justiça do Rio de Janeiro proibiu a comercialização de amianto no Estado. A imagem do produto continua em baixa porque o próprio Ministério da Saúde já o condenou também e o Ministério do Meio Ambiente não quer vê-lo nem em filme;
Em tempo 3: a imagem do Congresso, especialmente o Senado, está pior do que a do jogador faltoso, não ético, que andou levando cartão vermelho nos primeiros segundos da partida;
Em tempo 4: o Cremesp e a Polícia precisam esclarecer porque não tomaram providências lá trás quando clientes denunciaram o médico (capa da Veja!) que se comportou (segundo a mídia) de maneira absolutamente irresponsável. Corporativismo ou proteção de gente importante?;
Em tempo 5: As organizações são coresponsáveis pelos atos de seus funcionários ou terceirizados. Logo, não adiantam fugir da responsabilidade. Tanto é verdade que pagam (sobretudo na imagem ou reputação) pelas besteiras que eles fizerem, como está percebendo o Carrefour (também multado por discriminação contra homossexuais etc).
Em tempo 6: Há boas fontes na web sobre Auditoria de Imagem, inclusive um portal específico Auditoria de Imagem on line (www.auditoradeimagem.combr). A UMESP tem uma disciplina específica sobre o tema em seu Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social e sinto-me honrado por ministrá-la, aprendendo sempre com os colegas que a frequentam.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Novas vs. “velhas” tecnologias em comunicação empresarial

Jurema Luzia Cannataro

Que meios de informação os gestores de RH estão preferindo utilizar no processo de comunicação com o público interno da empresa?

Antes de tomar uma decisão em favor das mídias tradicionais (jornais, revistas e manuais impressos) ou digitais (jornais via intranet, displays eletrônicos e blogs corporativos) é preciso que esses profissionais analisem com cuidado uma série de aspectos.

Velocidade

A rapidez com que a informação chega ao público-alvo é atualmente um fator extremamente relevante.

Com o desenvolvimento das novas tecnologias de comunicação, as pessoas estão acostumadas a ter acesso em tempo real às notícias e aos dados de que necessitam.

E o que acontece com grande parte dos jornais e revistas de empresas? Os empregados recebem em abril a publicação com matéria sobre... “a festa de confraternização realizada em dezembro”. Quem não conhece bem o universo da comunicação na área empresarial pode até duvidar, mas de fato é isso que ocorre. E por quê?

A publicação já está pronta e poderia ir para a gráfica. Entretanto, alguém da empresa quer incluir mais um texto... Mas só poderá enviá-lo na semana que vem... E não aceita que ele fique para a próxima edição...

Existe também um “aspecto psicológico” curioso: as pessoas ainda atribuem um peso maior à informação registrada em papel. Por isso, tendem a “segurar” mais a aprovação de um material impresso do que de um texto que será veiculado na intranet, que já tem as características de rapidez e de conter informações mais “voláteis”.

Há um outro fator a favor das publicações divulgadas por meios eletrônicos: trocar um texto ou incluir novas fotos nesse tipo de material é relativamente mais fácil e rápido do que num jornal impresso.

Sendo assim, no que se refere à velocidade, as novas mídias de comunicação utilizadas na área empresarial (jornal via intranet, display eletrônico ou blog corporativo) ganham ponto.

Atratividade

Quanto à atratividade, o primeiro ponto a considerar é que, seja qual for o tipo de veículo interno que a organização escolha utilizar, ele precisa ser tratado com profissionalismo e conhecimento técnico, para que possa ser atrativo e cativante para o público-alvo.

As pessoas estão habituadas a ter contato contínuo com os grandes meios de comunicação em geral. Por isso, tornaram-se mais exigentes quanto à qualidade do conteúdo e do visual.

Outro fator importante a salientar é que o público-alvo não é homogêneo dentro das empresas. Existem pessoas que fixam mais as informações através da leitura e que preferem textos mais aprofundados. Para essas, as publicações impressas serão mais eficazes. Já outras optam pelo dinamismo, sendo mais estimuladas pelo uso de recursos multimídia (textos, imagens em movimento e som). Em casos assim, as mídias eletrônicas e digitais produzirão maior efeito.

Portanto, de um modo geral pode-se dizer que, com relação à atratividade, os meios de comunicação tradicionais e modernos são complementares no ambiente empresarial.

Custo

Em função do preço a ser pago pelos serviços gráficos, o custo de um jornal impresso, por exemplo, certamente é maior do que o de um jornal multimídia, divulgado via intranet ou display eletrônico.

Entretanto, se uma parte dos empregados não tiver acesso direto à intranet, a empresa precisará fazer um investimento inicial para a instalação de totens com computadores, permitindo assim que o jornal digital seja visto por todos.

É necessário fazer um estudo criterioso de como e onde implantar os totens ou displays, para que tragam os resultados desejados em termos de melhoria da comunicação interna.

Portabilidade

E quanto à facilidade de acesso e transporte ou “portabilidade”?

Apesar desse termo ser geralmente aplicado para veículos de comunicação eletrônicos e digitais, no caso do ambiente empresarial são os materiais impressos que, contraditoriamente, ganham mais pontos nessa área, pois podem ser facilmente levados para todo lugar e lidos a qualquer momento, com a vantagem adicional de muitas vezes serem vistos também pelos familiares dos empregados. Dessa forma, convertem-se num instrumento a mais de motivação e integração, criando uma ponte entre o ambiente organizacional e familiar.

O mesmo não acontece com a intranet e o display eletrônico, que não podem ser visualizados fora da empresa e só estão acessíveis para o pessoal interno.

Complementaridade

O que se pode concluir é que, em termos de comunicação empresarial, estamos vivenciando uma fase de transição e complementaridade.

Portanto, o ideal é mesclar o uso das diversas mídias de acordo com os objetivos a serem atingidos, as características diferenciadas do público interno e os recursos disponíveis para investir nessa área.

Nesse sentido, é fundamental que se tenha um plano de comunicação corporativa muito bem estruturado e aplicado com alto grau de profissionalismo.

Quase todas as crises podem ser previstas

“Na minha opinião e experiência, 95% das crises são previsíveis. Isso é certo, quando eu me aprofundei nas crises que ocorreram com meus clientes nos últimos 25 anos, crises sobre as quais eu tenho suficiente informação para concluir realmente que as "bandeiras vermelhas" da pré-crise estavam quase sempre presentes – e eram ignoradas”. Quem assegura é Jonathan Bernstein, especialista em gestão de crise, e editor da Newslettter Crisis Manager.
Pesquisa anual feita pelo Institute for Crisis Management, dos EUA, constata também, após consolidação dos dados dos últimos dez anos, que 64% das crises podem ser detectadas antes que aconteçam. Elas dão sinais, aparecem na mídia ou estão latentes dentro da organização, prestes a acontecer. Com base nas significativas semelhanças entre as crises em que pôde vislumbrar essas “bandeiras vermelhas”, Bernstein catalogou algumas dicas de prevenção, que podem ser aplicadas a qualquer organização. Há um consenso entre os especialistas que hoje a gestão de crise deve estar focada na prevenção.
O autor do artigo afirma que tem visto semelhanças significativas nestas “bandeiras vermelhas”. Por isso catalogou uma breve lista do que um executivo pode estar apto a aplicar como dicas de prevenção de crises.
• Pontos de estrangulamento de informações - Muitas informações ou decisões críticas concentram-se numa única pessoa ou num pequeno grupo de pessoas. Quando a situação toma um caminho mais complicado, a informação emperra neste ponto de estrangulamento do mesmo modo que o fluxo de muito material, rapidamente, pode entupir um cano – levado a retaguarda começar a crescer exponencialmente, a ponto de estourar. Algumas destas informações, diz o especialista, podem ser críticas para prevenir a crise – e ali está, usualmente, o ponto de estrangulamento.• Pessoas insubstituíveis – É bom ter pessoas tão boas que você considera como insubstituíveis, certo? Bem, não necessariamente. Se uma certa pessoa – e pode ser um assistente administrativo muito competente, tanto quanto poderia ser o CEO - é a única pessoa que conhece como fazer ou estar autorizado a executar uma certa tarefa, o que você faz quando eles não estão disponíveis? Quando eles estão fora da cidade e inalcançáveis? Ninguém deveria ser insubstituível. Qualquer de suas funções, que poderia ser crítica para prevenir ou responder à crise, precisa ser aprendida por outras pessoas.• Arrogância humana – Bernstein diz que conduziu uma pesquisa recente no LinkedIn, buscando a causa primária das crises. A resposta mais citada foi “arrogância humana”. Seguida muito de perto pela “negação ou complexo do avestruz”. Segundo Bernstein, as duas respostas estão muito próximas da sempre repetida síndrome do “isto não pode acontecer aqui”. O que não é diferente de alguém que vai ao inferno e diz para si mesmo, várias vezes, “Não está quente e eu não estou aqui”.• Falta de políticas críticas de prevenção da crise - Para o autor, certas políticas são mais críticas para prevenir crises do que outras, tais como:-Sigilo e preservação da informação (cuidados com vazamentos)-Quem fala pela organização – porta-voz-Controle de email, tanto no site quanto fora-Segurança geral.• Falta de treinamento para seguir adiante com políticas - Qualquer política sem treinamento inicial ou reciclagem, é sem sentido. No emaranhado das políticas para empregados que muitas organizações levam adiante, aquelas que eles lembram mais sãoa) as mais importantes para eles pessoalmente, tais como políticas de remuneração eb) aquelas que são lembradas e recapituladas muitas e muitas vezes.• Administradores oniscientes – Algumas organizações têm gestores-chave que, na prática, agem como se fossem oniscientes. São muito capazes em certos campos, e se cercam de um staff ou consultores que são igualmente capazes nos suas respectivas áreas – mas então eles não escutam estes últimos. Somente seu próprio “Deus interior”. Com resultados previsíveis.
Bernstein conclui dizendo que para organizações que querem prevenir crises, há um processo criado por sua consultoria denominado Auditoria de vulnerabilidade. Este processo descobre estas “bandeiras vermelhas” ocultas. Depois, cada organização pode decidir como reduzir ou eliminar vulnerabilidades específicas.
Tristemente, diz ele, alguns gestores oniscientes, depois de pagar por esse trabalho, decidem que não necessitam fazer nada com os resultados. Eles esquecem que nada se compara à inação e que eles estão, de fato, decidindo ter futuras crises, que poderiam ser prevenidas com a implantação das ações recomendadas.

O artigo de Jonathan Bernstein foi publicado na Newsletter Crises Manager, de 02/07/09.

Como ter uma conta do Twitter

Apesar de ser em inglês esse vídeo é bem explicativo, basta seguir os passos.

http://help.twitter.com/portal